Sistema de microchips para combater desmatamento amazônico
Olá pessoal! Após mudar o assunto de minhas postagens, já explicado o motivo na postagem anterior, volto a enfatizar que apenas mudaram os temas, porém o intuito continua o mesmo, ou seja, a tecnologia a serviço da humanidade. Na semana passada, escrevi sobre o carro elétrico, assunto este que achei muito interessante e que em um futuro, espero que breve, possa vir a ajudar enormemente todo o Globo terrestre.
Nessa semana, abordarei uma situação alarmante tanto no Brasil como nos outros países por onde a exuberante Floresta Amazônica se estende. A grande Floresta Amazônica abrange uma área gigantesca, às vezes eu mesmo chego ao ponto de não acreditar no tamanho dessa imensidão verde. Bom, até agora nenhum problema certo? É, até agora... A partir daqui surgirão alguns problemas que talvez a grande maioria pensa e acha um absurdo, mais nada faz para mudar esse quadro, na minha opinião ridículo, em que a Amazônia se encontra atualmente.
Vocês devem estar pensando: o que ele está falando? Então vamos direto ao ponto, sem mais delongas. A gigante Floresta Amazônica está sofrendo a algum tempo uma forte exploração, ocorrem diversas queimadas para que apareça no meio da imensidão verde áreas brancas com o objetivo de se instalar principalmente regiões pecuaristas. Além das queimadas que prejudicam o ambiente de forma arrasadora, existem também os desmatamentos, com o intuito da obtenção de madeira, de ótima qualidade, diga-se de passagem, para diversos fins. Como vocês puderam perceber, enquanto a nossa floresta vai sendo devastada várias pessoas lucram de maneira exorbitante à custa dela. Como acho essas ações repugnantes, retratei no parágrafo acima que em minha opinião a situação da Amazônia é ridícula e explicarei o porque. A Amazônia é nossa, está no nosso território a maior parte dela, todos deviam se orgulhar de tê-la, é um grande patrimônio natural para o nosso país. É uma pena que nem todos pensem assim não é mesmo?! Antes de pensar em preservá-la todos pensam primeiro nos próprios bolsos, estão de olho no lucro que um desmatamento ou uma queimada pode trazer, e não se interessam nem um pouco em como está e como pode vir a ficar a Floresta Amazônica.
A situação está ruim, mais infelizmente pode vir a ficar pior. Felizmente, ainda existem pessoas conscientes e preocupadas com isso, e uma dessas pessoas é o engenheiro florestal Paulo Borges. Todos devem estar se perguntando: o que ele fez pela Amazônia? Bom, ele faz parte de uma organização chamada Ação Verde, nome bem sugestivo não acham? Essa organização está desenvolvendo um projeto de preservação do meio ambiente através de um sistema de microchips a fim de combater o desmatamento amazônico, além disso, estão dando ao governo mais uma arma para lutar contra um dos principais problemas da nossa nação. Aí está uma possível solução para o nosso problema, cabe as autoridades responsáveis abraçarem o projeto e transformarem o quadro caótico de devastação em que a Amazônia se encontra.
Agora vou deixar de lado as minhas opiniões e protestos e explicarei como funciona esse sistema de microchips. Por meio dos chips será possível obter informações sobre a localização e tamanho exato das árvores, assim como quem as cortou. É isso mesmo, não se assustem! Neste mecanismo um chip é implantado na base da planta e os dados são enviados diretamente para um dispositivo portátil.
Temos uma solução e um novo ou já antigo problema, a partir dos chips poderão detectar a empresa que cortou a árvore, mais e aqueles que cortam clandestinamente? É um caso a se pensar seriamente. O engenheiro criou um sistema fantástico, é possível controlar o desmatamento em partes, porém ainda é preciso que cada um crie um próprio sistema dentro de si, esse sistema todos temos quando queremos, ele é conhecido como consciência. Cada ser humano deve ter em mente a importância da floresta, nada nem ninguém pode mudar o pensamento de uma pessoa, cabe a ela mesma discernir o certo e o errado.
Voltarei a explicar o sistema de microchips, pois já me desviei desta ação. Os chips conteriam informações chave que indique ao comprador aonde a árvores foram serradas, que empresa realizou o processo e vendeu a madeira, qual era o tamanho exemplar, entre muitas outras informações. Espetacular não acham?
Pois é, muitas vezes vemos que as tecnologias desenvolvidas para facilitar nosso estilo de vida atual não condizem com uma atitude ecológica e consciente do ser humano, o projeto dos chips prova exatamente o contrário.
A partir de projetos como estes, que buscam preservar a Floresta Amazônica, ou pelo menos diminuir a sua exploração; devemos parar, pensar e valorizar pessoas como essa que criou este fabuloso projeto e não dar tanta importância para um apresentador de televisão ou um cantor da moda, que apenas nos deixam entretidos e não nos agregam nada.
Escrito por Gabriel Rinaldi